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FDA endurece regras para ração de pets; exigências começam em 2026

A Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos definiu um novo conjunto de normas para a fabricação de ração animal, válidas a partir de 2026. O pacote regulamentar eleva as exigências de segurança e transparência, aproximando os padrões destinados a cães e gatos daqueles aplicados a alimentos consumidos por humanos.

Fiscalização passa a ser contínua

O órgão regulador pretende integrar a vigilância sanitária de produtos destinados a pessoas e animais, buscando eliminar falhas que permitiam a inclusão de subprodutos de baixa qualidade em rações comerciais. A inspeção será realizada em toda a cadeia produtiva, desde a origem da matéria-prima até o processamento final.

Calendário de implantação

Janeiro de 2026: começa a auditoria intensiva sobre a utilização de conservantes químicos artificiais.
Junho de 2026: ingredientes de rações classificadas como super premium deverão portar certificação de “grau humano”.
Dezembro de 2026: publicação do relatório que avaliará a redução de enfermidades associadas à alimentação industrializada.

Principais mudanças

  • Rastreabilidade completa das proteínas usadas em receitas secas e úmidas.
  • Proibição de corantes artificiais considerados nocivos aos rins.
  • Padronização de termos técnicos para coibir propaganda enganosa.
  • Estímulo ao uso de vegetais frescos e fibras naturais de alta absorção.

Com os novos requisitos, as embalagens deverão destacar de forma clara a procedência de cada ingrediente principal, incluindo a espécie animal de origem de gorduras e farinhas. Também será obrigatória a inserção de alertas sobre alergênicos comuns, a exemplo do que já ocorre com produtos voltados ao consumo humano.

FDA endurece regras para ração de pets; exigências começam em 2026 - Imagem do artigo original

Imagem: inteligência artificial

O conceito de “grau humano” exige que carnes e demais insumos sejam processados em instalações que seguem as mesmas regras sanitárias impostas a alimentos para pessoas, eliminando cortes de descarte ou tecidos doentes. A FDA espera que a medida resulte em cães e gatos com mais energia, pelagem saudável e sistema imunológico fortalecido, além de reduzir consultas veterinárias ligadas a problemas digestivos ou crônicos.

Com informações de Olhar Digital

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