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Janela partidária acirra corrida pelo quociente eleitoral na disputa à Câmara Federal no Tocantins

Às vésperas da abertura da janela partidária, lideranças políticas do Tocantins intensificam as negociações para formar chapas que alcancem o quociente eleitoral necessário à Câmara dos Deputados. Com base nos 830.371 votos válidos registrados em 2022, a projeção indica que cada partido ou federação precisará superar a marca de 103.796 votos para garantir uma das oito vagas disponíveis.

Disputas regionais moldam estratégias

No Sul do Estado, Gurupi concentra parte da atenção. A prefeita Josi Nunes (UB) trabalha o nome da filha, Luana Nunes, como pré-candidata a deputada federal. No mesmo município, o ex-governador Mauro Carlesse (PSD) tenta consolidar sua base e enfrenta a incerteza sobre atingir ou não 10 mil votos nominais sem o apoio da gestora municipal.

O PSD, comandado regionalmente pelo vice-governador Laurez Moreira, também projeta o retorno do ex-deputado Iratã Abreu, enquanto o empresário Cristiano Pisoni (PSDB) busca espaço como representante do setor produtivo.

No Norte, o ex-governador Sandoval Cardoso aposta em Colinas do Tocantins. O respaldo de oito vereadores do município reforça a expectativa de captação de votos em cidades vizinhas.

Capitais político em Palmas e apoio governista

Na capital, a deputada estadual Janad Valcari (PL) pretende converter os 69,7 mil votos obtidos no segundo turno da eleição municipal de 2024 em capital para a disputa federal, posicionando-se como voz de oposição no campo conservador.

Já o grupo do governador Wanderlei Barbosa (Republicanos) deve concentrar esforços em dois nomes: o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Barbosa, com bandeira na Segurança Pública, e o secretário de Educação, Fábio Vaz, ex-prefeito de Palmeirópolis, que busca apoio no interior.

Vagas em aberto estimulam movimentação

Pelo menos quatro atuais parlamentares não devem disputar a reeleição: Carlos Gaguim (UB) mira o Senado; Toinho Andrade recuou para concorrer a deputado estadual; Alexandre Guimarães (MDB) também pretende disputar o Senado; e Vicentinho Júnior (PSDB) planeja candidatura ao governo estadual. Essas ausências aumentam a competitividade pelos votos necessários para atingir o quociente.

Cálculo mínimo individual

Além da soma partidária, cada candidato precisa registrar ao menos 10% do quociente eleitoral para ser eleito. Mantida a referência de 2022, o piso seria de aproximadamente 10.380 votos nominais, patamar que orienta as projeções de todas as pré-candidaturas citadas.

Com a abertura da janela partidária, prevista para março, as legendas devem acelerar ajustes internos, filiações estratégicas e coligações a fim de maximizar o total de votos e transformar capital eleitoral em mandatos na Câmara dos Deputados.

Com informações de Atitude Tocantins

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