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FAA libera testes de táxis aéreos elétricos em 26 estados dos EUA por três anos

A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) aprovou oito programas-piloto para a operação experimental de aeronaves elétricas de pouso e decolagem vertical (eVTOL) em 26 estados norte-americanos. A iniciativa, anunciada nesta semana, terá duração de três anos e busca acelerar a integração desses veículos ao espaço aéreo para transporte de passageiros, logística de carga e serviços médicos de emergência.

Participam dos testes as empresas Archer Aviation, Beta Technologies, Joby Aviation e Wisk, entre outras. A nova diretriz da FAA permite que as fabricantes coletem dados de voo e realizem operações reais antes da certificação comercial completa, a fim de estabelecer padrões de segurança e de infraestrutura para a futura mobilidade aérea urbana.

Parcerias estaduais e rotas previstas

Cada programa-piloto deverá ser conduzido em cooperação com autoridades estaduais e municipais. No Texas, Archer, Beta, Joby e Wisk pretendem ligar as cidades de Dallas, Austin e San Antonio. Em Nova York, os ensaios ocorrerão em helipontos de Manhattan para avaliar a viabilidade de deslocamentos executivos de curta distância.

Estados como Flórida, Louisiana e Carolina do Norte concentrarão os voos em missões logísticas, incluindo transporte de pessoal e carga para instalações do setor de energia e suporte a operações de resposta médica. Já em Albuquerque, Novo México, a Reliable Robotics conduzirá testes focados em voos autônomos.

Objetivos e próximos passos

A FAA destaca que a regulamentação acelerada pretende manter a liderança dos Estados Unidos no desenvolvimento de aeronaves de próxima geração. A Archer Aviation planeja empregar seu modelo Midnight, com capacidade para quatro passageiros, durante os Jogos Olímpicos de 2028 em Los Angeles.

Além de reduzir emissões de poluentes e ruído em comparação a helicópteros convencionais, o transporte aéreo elétrico é visto como alternativa para aliviar a saturação do tráfego terrestre em grandes centros urbanos. Os dados coletados durante o programa auxiliarão os órgãos reguladores na definição de normas globais de segurança e circulação para o setor.

“Essas parcerias nos ajudarão a entender melhor como integrar essas aeronaves ao Sistema Nacional de Espaço Aéreo de forma segura e eficiente”, afirmou Chris Rocheleau, vice-administrador da FAA, em comunicado oficial.

Com informações de Olhar Digital

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