Já passam de 120 horas a perseguição aos dois detentos que escaparam da Unidade de Tratamento Penal de Cariri do Tocantins, no sul do estado. Na manhã desta quarta-feira (31), nenhum deles havia sido recapturado.
Entre os procurados está Renan Barros da Silva, condenado a 72 anos de prisão e apontado pela polícia como serial killer. O segundo foragido é Gildásio Silva Assunção, 47 anos, também acusado de homicídio.
Como ocorreu a fuga
De acordo com a Secretaria da Cidadania e Justiça (Seciju), os presos tinham sido transferidos de pavilhão recentemente e ocupavam uma cela isolada por motivos disciplinares. Na noite de 25 de dezembro, eles serraram as grades, alcançaram uma janela e usaram uma corda feita com lençóis para vencer o alambrado externo. A ausência foi percebida na manhã seguinte.
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que policiais civis e militares continuam mobilizados em toda a região sul do Tocantins. A Seciju abriu procedimento administrativo para apurar falhas no sistema e descobrir como ferramentas chegaram à cela. A segurança do presídio, inaugurado em 2020, foi reforçada.
Imagem: Internet
Apoio à captura
Informações que possam ajudar na localização dos fugitivos podem ser repassadas anonimamente pelos telefones de emergência 190 e 197, ou ainda à Central de Flagrantes de Gurupi, no número (63) 3312-4110. O sigilo é garantido, segundo a SSP.
Com informações de G1
