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Investigação apura aporte de R$ 400 milhões da Amprev no Banco Master e pressiona Davi Alcolumbre

A aplicação de R$ 400 milhões da Amapá Previdência (Amprev) em letras financeiras do Banco Master, instituição liquidada pelo Banco Central, virou alvo de inquéritos do Ministério Público e da Polícia Federal e colocou o senador Davi Alcolumbre (União-AP) sob pressão política.

Alto risco ignorado

O investimento foi aprovado em julho de 2024, apesar de alertas de dois integrantes do comitê de investimentos sobre o risco elevado e o cenário político desfavorável do Banco Master. As letras financeiras adquiridas não contam com a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), o que amplia a possibilidade de perda total do valor após a falência da instituição.

Vínculos políticos

Na época do aporte, a Amprev era presidida por Jocildo Lemos, afilhado político de Alcolumbre, que já agradeceu publicamente ao senador pela nomeação. O conselho fiscal do fundo também contava com Alberto Alcolumbre, irmão do parlamentar.

CPMI depende de Alcolumbre

Setores da oposição coletaram assinaturas para instalar uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) sobre o caso. Como presidente do Congresso, cabe a Davi Alcolumbre ler o requerimento em plenário para que a investigação avance, etapa que ele pode postergar.

Manifestações dos envolvidos

A assessoria do senador nega qualquer interferência nas decisões do fundo. Em nota, a Amprev sustenta que o aporte seguiu normas vigentes e que obteve decisões judiciais para resguardar os recursos e garantir o pagamento de aposentados. Jocildo Lemos e Alberto Alcolumbre não comentaram.

Com a retomada dos trabalhos legislativos, prevista para fevereiro de 2026, cresce a expectativa de novos desdobramentos na Câmara e no Senado.

Com informações de Gazeta do Povo

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