Goiânia (GO) – Diagnosticada com leucemia mieloide crônica em 23 de dezembro de 2024, a araguainense Kaline Gouveia, 27 anos, utiliza as redes sociais para detalhar a rotina de tratamento e incentivar pessoas que vivem situação semelhante.
Segundo a jovem, o momento mais difícil ocorreu quando médicos estimaram que ela poderia ter apenas seis meses de vida, em razão da agressividade da doença. “Naquele instante, o medo tentou me paralisar”, relatou.
Primeiros sinais e diagnóstico
Antes do diagnóstico, Kaline apresentava desmaios frequentes, fraqueza e cansaço. Exames iniciais descartavam anemia profunda e indicavam condições normais. A suspeita só surgiu após dois hemogramas realizados em dias consecutivos; um deles mostrou pequena alteração. O médico solicitou então um teste específico, que confirmou a leucemia mieloide crônica.
Doença e tratamento
A leucemia mieloide crônica provoca produção excessiva e defeituosa de glóbulos brancos, o que pode resultar em fadiga, anemia, infecções e aumento do baço. Kaline mudou-se para Goiânia para acompanhar o tratamento e deixou o emprego de operadora de caixa.
Fé como combustível
Nas publicações, a jovem afirma que a fé tem sido fundamental para enfrentar sessões de terapia, dores e enjoos. “Ele tem renovado as minhas forças diariamente e a minha fé tem sido o combustível para me sustentar nesses dias cinzentos”, escreveu.
Imagem: Internet
Sem previsão de alta, Kaline mantém o tratamento e segue compartilhando mensagens de incentivo a outros pacientes.
Com informações de G1
