O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, na noite desta quinta-feira (26), o registro da federação partidária União Progressista, formada pelo União Brasil (União) e pelo Progressistas (PP). A decisão foi unânime entre os ministros.
Relatora do pedido, a ministra Estela Aranha informou que as duas legendas entregaram toda a documentação exigida para a formalização. Com a validação, a União Progressista torna-se a quinta federação reconhecida pela Justiça Eleitoral.
União Brasil e PP haviam oficializado a aliança em agosto de 2025, criando uma “superfederação” que reunirá uma das maiores bancadas no Congresso Nacional.
Comando definido
O presidente do União Brasil, Antonio Rueda, assumirá a liderança da federação. A vice-presidência ficará com o senador Ciro Nogueira (PI), dirigente do PP.
Em publicação na rede X, Nogueira classificou a união como prova de que “ainda é possível reunir pessoas e ideologias em torno de um propósito comum”. Ele acrescentou que os partidos atuam “na boa política, no respeito e no diálogo”.
Rueda declarou que a aliança inaugura “um novo momento na política brasileira” e pretende oferecer estabilidade, ampliar o diálogo e apontar caminhos para o crescimento do país.
Imagem: Marcelo Camargo
A legislação eleitoral permite que dois ou mais partidos se reúnam em federação, funcionando como uma única agremiação após o registro no TSE. Os integrantes devem manter a união por, no mínimo, quatro anos.
Com a homologação, a União Progressista passa a atuar conjuntamente nas esferas federal, estaduais e municipais, compartilhando recursos do Fundo Partidário e tempo de rádio e televisão.
Com informações de Gazeta do Povo
