O Tocantins alcançou em 2025 a mais alta renda domiciliar per capita entre os estados das regiões Norte e Nordeste, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira, 27. O rendimento médio chegou a R$ 2.036 por pessoa, o maior valor registrado desde o início da série, em 2014.
Na comparação com 2024, quando o indicador estava em R$ 1.737, houve avanço de 17%. Em relação a 2021, o crescimento foi de 98%, praticamente dobrando o ganho médio por morador (de R$ 1.028 para R$ 2.036) em quatro anos.
Declarações do governo estadual
O governador Wanderlei Barbosa atribuiu o resultado às políticas públicas estaduais. “A renda domiciliar per capita praticamente dobrou ao longo da nossa gestão. Vamos continuar trabalhando para que o Tocantins alcance patamares ainda maiores”, afirmou.
O secretário de Estado do Planejamento e Orçamento, Maurício Parizotto, destacou que o desempenho é reflexo de investimentos estratégicos, incentivos ao setor produtivo e geração de empregos. “Mais do que números, o aumento representa dignidade, inclusão e melhores perspectivas para as famílias tocantinenses”, disse.
Panorama nacional
No ranking geral da Pnad Contínua, o Distrito Federal lidera com renda per capita superior a R$ 4,5 mil. Na outra extremidade, o Maranhão registra o menor rendimento, de R$ 1.219. Na Região Norte, além do Tocantins, Rondônia apresentou resultado favorável, com R$ 1.991.
Imagem: Márcio Vieira
Metodologia
O rendimento domiciliar per capita é calculado dividindo-se a soma dos rendimentos do domicílio pelo número de moradores, considerando ganhos de trabalho e de outras fontes de todos os residentes, incluindo pensionistas, empregados domésticos e seus parentes.
A Pnad Contínua, realizada desde 2012, acompanha trimestralmente o mercado de trabalho e outros indicadores socioeconômicos, servindo de base para a formulação e a avaliação de políticas públicas.
Com informações de Atitude Tocantins
