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Pesquisadoras da UnirG convertem conhecimento acadêmico em ações de impacto social

A Universidade de Gurupi (UnirG), no Tocantins, reúne projetos liderados por mulheres que articulam ciência e transformação social em diferentes frentes, da educação intercultural à saúde infantil. As iniciativas são conduzidas por docentes e pós-graduandas que atuam em áreas como Linguística, Jornalismo, Ciências Contábeis e Odontologia.

Educação intercultural e povos tradicionais

A professora Marcilene de Assis Alves Araujo, doutora em Linguística e Educação, coordena o Observatório de Povos Tradicionais do Tocantins (OPTTINS). O grupo pesquisa línguas, tradições e saberes de comunidades originárias do Estado com o objetivo de fomentar práticas pedagógicas que respeitem a diversidade cultural. “Ao reconhecer as línguas, as tradições e os conhecimentos locais, é possível desenvolver propostas educativas que respeitem as identidades culturais e promovam maior autonomia para esses povos”, afirmou a docente.

Interdisciplinaridade em benefício da comunidade

Doutora em Comunicação e graduada também em Ciências Contábeis, a professora Joyce Karoline Pontes alia jornalismo e gestão para atender demandas sociais. Entre os projetos coordenados por ela estão formações em letramento digital no sistema prisional, oficinas de educação midiática para alunos do ensino médio e capacitação tecnológica para grupos em situação de vulnerabilidade. “Quando a universidade sai dos muros e dialoga com escolas, associações, comunidades tradicionais e órgãos públicos, o conhecimento se converte em ação social”, destacou.

Saúde infantil a partir do cuidado

A mestranda e docente Kelry Raianny Aguiar, formada em Odontologia pela própria UnirG, investiga fatores que afetam o desenvolvimento respiratório na primeira infância. O estudo é realizado em creches de Gurupi, com aplicação de questionários a pais e responsáveis sobre hábitos de sono e possíveis sinais de respiração bucal nas crianças. “Muitas vezes, hábitos que parecem simples podem influenciar o desenvolvimento ao longo do tempo”, explicou.

As pesquisadoras ressaltam que a presença feminina na ciência amplia perspectivas, fortalece a produção de conhecimento e aproxima a universidade da realidade da população. Elas também enfatizam a importância do apoio institucional e familiar para que mais mulheres ingressem e permaneçam na carreira acadêmica.

Com informações de Atitude Tocantins

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