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Psicologia aponta razões neurocientíficas para a preferência por livros físicos

A predileção por obras impressas vai além do saudosismo, indica a psicologia. Segundo a psicóloga Cibele Santos, fatores sensoriais e cognitivos fazem do papel um meio ainda insuperável para muitos leitores.

Conexão tátil fortalece o hábito de ler

O contato direto com a textura e o peso das páginas ativa estímulos que contribuem para consolidar o prazer da leitura, explica Santos. Essa experiência multissensorial, ausente nas telas, envia ao cérebro sinais que ajudam na formação do hábito.

Mapas mentais facilitam a recordação

No impresso, cada informação ocupa um ponto fixo, permitindo ao leitor criar referências espaciais — como lembrar de uma citação no canto inferior da página esquerda. Nas telas, onde o texto desliza continuamente, essa ancoragem visual se perde.

Leitura off-line reduz distrações

A ausência de notificações e de brilho constante favorece a concentração. Estudos citados pela especialista mostram melhora na compreensão de conteúdos complexos, menor fadiga ocular e ambiente propício à reflexão quando o suporte é físico.

Objeto que espelha identidade

Além dos benefícios cognitivos, a coleção de volumes impressos funciona como registro da trajetória pessoal do leitor. Para Santos, as estantes revelam interesses e memórias, tornando-se símbolos de conhecimento em um cotidiano cada vez mais digital.

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Imagem: Internet

Embora o acesso ao conteúdo seja possível em diferentes formatos, a psicologia destaca que o papel ainda oferece experiências que a leitura em telas não replicou totalmente.

Com informações de Metrópoles

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