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PL estuda elevar ainda mais taxa mínima para entregadores se governo insistir em votar projeto

Brasília — Deputados do PL já articulam uma manobra para o caso de o governo Lula levar ao plenário da Câmara o projeto que fixa uma taxa mínima para entregas realizadas por aplicativos.

A estratégia da legenda é repetir a tática usada na votação da reforma do Imposto de Renda, em outubro de 2025. À época, sem condições políticas de barrar o texto, a oposição propôs ampliar a faixa de isenção para quem recebia até R$ 10 mil, em vez dos R$ 5 mil previstos, pressionando a base governista.

No debate sobre os motoboys, o movimento seria semelhante. Se o Planalto insistir em estabelecer um piso de R$ 10 por entrega e alterar o valor pago por quilômetro rodado, parlamentares bolsonaristas pretendem apresentar destaques para elevar o mínimo a R$ 15 ou até R$ 20, obrigando aliados do governo a votar contra um aumento maior para os entregadores.

Hoje, o relatório do deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE) fixa a remuneração mínima em R$ 8,50 por corrida. Já o ministro da Secretaria-Geral, Guilherme Boulos, defende que o valor suba para R$ 10.

O argumento do PL contra a fixação de um piso obrigatório segue a mesma linha das críticas à chamada “taxa das blusinhas”: embora admita possível ganho aos trabalhadores, o partido sustenta que o custo adicional será repassado ao consumidor final.

Com informações de Metrópoles

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