','

'); } ?>

Lindbergh Farias diz esperar condenação de Eduardo Bolsonaro e alerta vermelho da Interpol

O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) declarou, em vídeo divulgado na tarde de domingo (7), que espera a condenação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL) na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), com expedição de mandado de prisão e inclusão do nome do parlamentar na lista de alertas vermelhos da Interpol.

O julgamento está marcado para 16 de junho e será presidido pelo ministro Flávio Dino, com relatoria de Alexandre de Moraes. Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), Eduardo é acusado de tentar obstruir a Justiça ao buscar que os Estados Unidos aplicassem sanções a autoridades brasileiras. Moraes chegou a ser incluído na Lei Magnitsky, mas as penalidades foram suspensas após articulação direta do presidente Lula (PT).

Representação de 2025

Lindbergh afirmou que a ação teve início a partir de uma representação apresentada por ele à PGR em 22 de maio de 2025, quando liderava a bancada do PT na Câmara. “Para mim ele vai ser condenado, decretada a prisão, vai ter alerta vermelho da Interpol, ele vai tentar fugir, pedir asilo político”, disse o petista.

Ampliação das investigações

O parlamentar adiantou que pretende solicitar a inclusão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nos mesmos inquéritos, também por suposta tentativa de atrair interferência estrangeira no Brasil. Caso isso ocorra, Flávio poderia ter a candidatura questionada, avaliou Lindbergh.

Situação processual

Eduardo Bolsonaro não apresentou defesa no processo. Diante da ausência, o ministro Alexandre de Moraes determinou a intimação por edital e nomeou a Defensoria Pública da União (DPU) para atuar no caso. A DPU sustenta que houve atropelos processuais que comprometem o direito de defesa, argumento semelhante ao utilizado na ação contra o perito Eduardo Tagliaferro.

O ex-deputado ainda não se manifestou publicamente sobre as declarações de Lindbergh ou sobre o julgamento marcado.

Com informações de Gazeta do Povo

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *