Uma petúnia geneticamente modificada capaz de emitir luz própria foi apresentada pela empresa de biotecnologia Light Bio como alternativa sustentável para iluminação e decoração de interiores. A planta brilha em tom verde sem necessidade de eletricidade, graças à inserção de genes de fungos bioluminescentes em seu DNA.
Como funciona o brilho
Os genes de fungos permitem que a petúnia produza fótons durante seu metabolismo regular, gerando uma luminosidade contínua que se destaca em locais com pouca claridade. O efeito é visível apenas em ambientes escuros e depende diretamente da saúde geral da planta.
Cuidados de cultivo
Apesar da modificação, as exigências de manejo seguem as de uma petúnia comum:
- Exposição a luz solar indireta por cerca de seis horas diárias;
- Solo úmido, mas não encharcado, para evitar o apodrecimento das raízes;
- Fertilização mensal com produtos solúveis em água;
- Poda das flores secas para estimular novos brotos.
Disponibilidade e segurança
A comercialização está restrita a mercados autorizados para biotecnologia ornamental, e a importação deve atender às normas sanitárias locais. A planta não é tóxica para humanos nem para animais domésticos, segundo dados divulgados pela empresa.
Benefícios adicionais
Além do apelo estético, o uso de plantas bioluminescentes pode reduzir o consumo de energia elétrica em pequenos espaços, oferecendo um recurso de iluminação natural que também contribui para o bem-estar psicológico dos moradores.
Imagem: inteligência artificial
Por ora, a coloração verde é a única obtida de forma estável. Pesquisadores continuam a testar novas combinações genéticas para alcançar tonalidades azuis ou avermelhadas no futuro.
Com informações de Olhar Digital
