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PF apura entrada de cinco malas sem inspeção em voo com Hugo Motta, Ciro Nogueira e empresário de apostas

Brasília – A Polícia Federal (PF) instaurou inquérito para investigar a entrada de cinco malas que desembarcaram no Brasil sem qualquer fiscalização aduaneira. Os volumes chegaram em 20 de abril de 2025, em um jato particular que pousou no Aeroporto Executivo Internacional Catarina, em São Roque (SP), após viagem à ilha de São Martinho, no Caribe.

A aeronave transportava 16 passageiros, entre eles o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e os deputados Dr. Luizinho (PP-RJ) e Isnaldo Bulhões (MDB-AL). O jatinho pertence ao empresário Fernando Oliveira Lima, conhecido como “Fernandin OIG”, proprietário de plataformas de apostas on-line investigadas pela CPI das Bets.

Autorização sem raio-X

De acordo com relatório da PF obtido pela imprensa, um auditor fiscal da Receita Federal teria autorizado o piloto a sair do terminal com as malas sem passá-las pelo equipamento de raio-X. A corporação apura suspeitas de facilitação de contrabando ou descaminho e possível prevaricação.

Tramitação no STF

O caso corre sob sigilo no Supremo Tribunal Federal (STF), com relatoria do ministro Alexandre de Moraes. O magistrado deu prazo de cinco dias para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre o procedimento.

Manifestações

Em nota à imprensa, Hugo Motta confirmou a viagem e afirmou ter seguido “todos os protocolos previstos na legislação aduaneira”. O empresário e o piloto declararam que os itens eram de propriedade do comandante e que o desembarque ocorreu dentro das normas. Até o momento, a PF não se pronunciou oficialmente sobre o andamento da investigação.

O relatório policial destaca que ainda não é possível determinar o conteúdo das malas nem sua titularidade, mas também não descarta eventual envolvimento de passageiros com prerrogativa de foro.

Com informações de Gazeta do Povo

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